Como perder um D.A (dos bons) em 10 passos, ou mais.
Criado em | fevereiro 13, 2012 | Sem Comentário

O samba do publicitário re-começou, o vai e vem e o sobe e desce de diretores de arte é incrível, selecionei alguns itens que colaboram para encher o saco de qualquer pessoa.
Como diz o título, 10 passos ou mais:
01- Pedir para aumentar (muito) o logo
02- Falar que a Arial é mesma coisa que a Helvética
03- Dizer em tom escrachado, “ahhh, é rapidinho pra alterar aquela foto no photoshop”
04- Ter que pegar imagem no google images
05- Ter que deixar essa imagem “boa” para impressão
06- Receber um P.I.T as 17h da sexta feira e ver que o prazo é pra segunda as 9h
07- Ter que escolher o sabor da pizza na terça feira e aquela da quinta feira
08- Ver o redator ir embora as 19h
09- Ver o diretor de criação ir embora as 18h
10- Ver o estagiário ir embora as 17h
11- Nem ver o atendimento ir embora
12- Ter que criar o convite de aniversário do filho do dono na agência (todo ano)
13- Ter que ir no aniversário do filho do dono (se não for ele fica de mal)
14- Aguentar o chefe gritando perdigotos: “Saia da caixa”
15- Ver o salário ter um aumento de R$ 29,90 e ainda receber cobranças disfarçadas
16- Ser comparado ao sobrinho do cliente
17- Descobrir que a criação é a pastelaria da agência
18- Pensar que depois de 14 anos e toda essa ladainha, ainda está trabalhando em agência
Ah, e tapinha nas costas não paga conta!
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{SOM DA VEZ}: Banda Eddie – Ela vai dançar
in-feliz dia dos publicitários
Criado em | fevereiro 2, 2012 | 1 Comentários

Ontem, 01 de fevereiro, foi o dia dos publicitários. Dia que tanto se falou no Facebook, no Twitter, nas associações de publicitários, nas agências, que fizeram festa, deram presente, comeram bolo e jogaram confete. Sim, confete.
Dizem que publicitário adora esse tal confete, festas bacanas, prêmios, músicas estranhas, reconhecimento. Adora mesmo. Acontece é que de feliz dia dos publicitários, pizza e confete, eles já estão de saco cheio.
Noites a fio dentro de empresas que não são deles, que não valorizam como ser humano, sem hora extra, comendo alguma porcaria que a agência paga para justificar o tempo perdido do funcionário, ouvindo alguém reclamar que a máquina não ajuda, está lenta e blah blah blah, tudo bem, tudo bem, tem aqueles que acham isso super legal e fazem questão de dizer que é o máximo finalizar aquela concorrência para ser apresentada no dia seguinte, acho que essa pessoa não gosta de sua casa ou não gosta de seu parceiro, ou quem sabe mora com o cunhado, mas nesse caso tudo bem, tem um desconto.
O confete alimenta o ego de alguns tipos de pessoas, em especial dos publicitários, dizem que não mas adoram ouvir do diretor de criação que a peça ficou D U C A R A L H O, adoram quando a campanha que ele virou a noite fazendo ganha um prêmio, mas odeiam quando o dono da agência sobe no palco pra receber o troféu e diz que o prêmio é para a equipe e depois agradece um a um pelo objetivo alcançado e promete um plus (que nunca vem) no salário, pronto, o confete foi lançado, de novo.
Penso que boa parte dos bons publicitários em nossa cidade (e em geral) já estão cansados de confete, cansados de festas, de pizza, de prêmios e de blah blah blah, as pessoas precisam de qualidade de vida, qualidade profissional, salários bons para não virar a noite fazendo freelance, as agências são culpadas, sim, mas o profissional também porque foi ele que deixou a situação se estabelecer, aceitando o que o mercado dita.
Percebe-se uma leve mudança nessa questão, uma nova geração está começando a assumir alguns postos mais importantes dentro desse mercado e dentro de agências, e outras pessoas vão chegar nesse nível em breve.
O que espero é que esse pessoal novo não viva só de confete e de blah blah blah como tenho visto aqui na região de Campinas, espero que façam valer a pena.
Como eu sempre digo, o problema não é a publicidade, é o publicitário.
É isso ai gente, chega de confete no mercado publicitário. (e em qualquer área profissional)
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{SOM DA VEZ}: Magic Monster – Bionic Sasquatch
um dia a mais pra dizer EU TE AMO
Criado em | janeiro 4, 2012 | Comentários desativados
2012. Bissexto.
Ganhamos um dia a mais esse ano.
Um dia a mais pra deixar as coisas mais nítidas.
Um dia a mais para pensar em algumas coisas, e principalmente, agir.
Um dia a mais para sermos mais educados, para aprendermos mais, para ensinarmos o que sabemos, para ajudar o próximo, temos um dia a mais para AMAR, e o mundo precisa disso.
Não falo de paixão, nem de amor conjugal, falo de amor à vida.
2012 nos deu mais um dia de vida para ser vivido com amor, com alegria, viver novas experiências, ser mais criativo, um dia a mais para olhar para o nosso companheiro, nosso vizinho, nossa família e nossos amigos e dizer EU TE AMO, sem medo.
Um dia a mais para resolver alguma pendência do ano passado ou retrasado ou de 10 anos passados, um dia a mais para renovar os objetivos, um dia a mais para viver intensamente.
Viva, ame, porque mesmo com um dia a mais no ano, a vida é curta demais para perde-la se preocupando com a tristeza e o ódio.
Ame.
Esse é o meu objetivo em 2012.
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{SOM DA VEZ}: Mano Chaos – Clandestino
agora só no ano que vem
Criado em | dezembro 23, 2011 | Comentários desativados
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{SOM DA VEZ}: GAROTOS PODRES - Papai Noel
vagabundos urbanos modernos
Criado em | dezembro 14, 2011 | Comentários desativados
Código Hobo, foi com ele que vagabundos, andarilhos e nômades se comunicavam nas ruas no século 19, provavelmente criado no oeste dos Estados Unidos, os viajantes que peregrinavam pelo país escreviam códigos nas paredes ou no chão para alertar dificuldades, perigos ou caminhos para os próximos andarilhos que por ali passariam.
Essas escritas se espalharam do oeste para todo o território norte americano, e naquela época, foram marcas importantes para aquelas pessoas desavisadas que não tinham local fixo para ficar.
As marcas indicavam trabalho disponível, policiais por perto, ajuda a doentes, cão perigoso entre muitos outros como podem ver nas imagens abaixo.
Código Hobo:
Com base nesses códigos do século 19, o Free Art and Technology Lab (F.A.T) de Nova Iorque, criou uma série desses códigos para os transeuntes urbanos modernos, usou o já famoso QRCODE feito em stencil para ajudar essas pessoas que frequentam o centro nervoso de NY.
Dessa vez as indicações são mais úteis para o nosso tempo e encontramos coisas do tipo café ruim, espera de 25 minutos, fique quieto, chatisse entre outros códigos interessantes.
Veja o código HOBO em QRCODE:
Veja o resultado do QRCODE em stencil e pintado no chão:
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{SOM DA VEZ}: MUNDO LIVRE S/A – Terra Escura
Camisetas rock n roll
Criado em | dezembro 12, 2011 | Comentários desativados
Não, não estou ganhando jabá e nem desconto, só to postando porque vale a pena dar uma olhada nessa loja de camisetas rock n roll, a CRÂNIO. Muito bacana o trampo!
E em homenagem à estampa, lá vai o ícone tocando uma das melhores músicas na minha opinião:
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{SOM DA VEZ}: JIMI HENDRIX – Purple Haze
Para barbudos
Criado em | dezembro 7, 2011 | Comentários desativados
Achei numa loja virtual de design de produtos um material bem legal, mas que sou suspeito pra elogiar.
Trata-se de posters, camisetas, cases entre outras coisas criadas por Chase Kunz sobre a Barba.
Dá uma olhada na loja dela, além das coisas para barbudos tem outros trabalhos bem legais dela.
Vai lá:
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{SOM DA VEZ}: ULTRAJE A RIGOR – Eu gosto de mulher
O futuro do rock
Criado em | dezembro 6, 2011 | Comentários desativados
Há muito tempo vem se discutindo o futuro do rock. Venho conversando também com alguns amigos pensadores sobre esse assunto, e apesar de eu ser resistente, tenho que admitir que o rock perdeu muito a essência desde os Beatles e Led Zeppelin. Não estou falando da qualidade musical, existem muitas bandas legais e com repertório bacana ainda, existem também as bandas que tem ótimos técnicos em instrumentos mas não tem conteúdo nenhum, existem as bandas coloridas.
Não posso generalizar, mas percebo em muitas das novas bandas a falta de “atitude rock n roll” que se via antigamente, falta o protesto, falta a diversão, como diz um amigo meu, bandas de condomínio fechado, sem essência, acho que hoje se toca muito mais pelo sucesso e dinheiro do que pelo prazer de fazer uma boa música, assim, qualquer merda com reef de Bon Jovi que tocar nas rádios vai contagiar essa molecada que diz ser do rock.
Tenho que concordar com os personagens Wood & Stock do Angeli, o rock anda muito CARETA.

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{SOM DA VEZ}: RATOS DE PORÃO – Beber até morrer
3 sons
Criado em | dezembro 5, 2011 | Comentários desativados
Escrevi esse post para o novo projeto, 3 LADOS, do Blog do meu amigo Jean Marcel, o OQÉISSO? , agora, por aqui.
Três Sons da imagem
O cinema nunca foi mudo. Aqueles filmes que assistimos hoje, sem som, sempre tiveram som, só não era um som sincronizado com a imagem e nem tocado por potentes caixas amplificadas. Pianistas e até orquestras inteiras podiam acompanhar a exibição do filme para dar o clima em cada cena que era projetada na tela.
Esse “som mudo” sempre esteve na imaginação do receptor, mesmo com o som ao vivo das orquestras, violinistas ou pianistas, as pessoas sempre puderam imaginar o som que determinada coisa faz, é impossível não associar uma pedra caindo num lago com o som do “tchibum”, mesmo sem ouvi-lo, nós sabemos como ele é quando vemos uma imagem.
Com a chegada do som agregado à imagem no cinema, essa experiência mudou, tivemos a oportunidade de criar sons que não condizem com as imagens que vemos em determinado momento. Podemos agora criar climas e situações com o som de músicas, efeitos sonoros e distorções, podemos até ver um martelo batendo em um prego com o som de um alfinete caindo no chão.
Com base nesse conteúdo, inauguro minha participação no 3 lados com um clipe e três sons diferentes, sons que talvez possam te fazer ficar com medo ou angústia, talvez te inspire ou te deixe calmo, pode te deixar pensativo e nostálgico, mas talvez não mude nada para você.
O som como efeito especial pode ditar o ritmo do vídeo, pode transformar uma imagem em duas, três, quatro, ou milhões de sentimentos diferentes, depende de como você o recebe e o interpreta.
1 vídeo, 3 sons, 3 lados de sentir a mesma imagem.
É o que você quiser.
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{SOM DA VEZ}: Adriana Calcanhoto – Deixa, Gueixa
Bicicleta desembestada
Criado em | dezembro 2, 2011 | Comentários desativados
Vou fazer minha parte na divulgação do bom trabalho. Os caras do Bicicleta Sem Freio, galera de Goiânia, sempre foram uma referência pra mim e agora estão lançando um livro-portfólio, que com certeza eu vou adquirir um exemplar.
Eles produziram um vídeo com o processo de construção da ilustração da capa onde dá pra ver o detalhamento do trabalho dos caras.
Ah, a trilha é da banda AMP, música Black Grass. (Recife)
Dá uma olhada ai
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{SOM DA VEZ}: Rolling Stones
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